A Taste of Children’s Literature Durante o mês de setembro no Spa City of Bath

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Gatos de estimação pretos serão bruxas disfarçadas?
Por que muito enigma em torno deles?
literatura infantil Neste conto de 1843 do autor americano Edgar Allan Poe, o contador de histórias nos informa de uma experiência superordenária envolvendo seu animal de estimação, o deslumbrante gato preto de Plutão.
O contador de histórias cujo nome não conhecemos confessa a condição que começou a consumi-lo: alcoolismo. Gradualmente, ele começou a consumir álcool ainda mais, acabou sendo violento, atacou a fêmea e seus animais domésticos que não eram poucos, e que ela sempre apreciava.

O FELINE PRETO! SEXTA-FEIRA 13

O único insatisfeito por seus ataques de mania realmente era Plutão.
Até a noite agitada quando ele estava bêbado, ele voltou, tentou segurar vigorosamente o gato e, quando ele atacou, ele avançou no felino com uma faca e arrancou um de seus olhos.
O felino recuperou literalmente. Havia apenas a terrível faceta da órbita vazia e também o medo que ele realmente sentia à medida que o proprietário se aproximava.
Após o olho, mais atos de perversidade vieram contra Plutão (lembre-se que na mitologia é o nome romano para o deus dos infernos) que culminou com o estrangulamento do animal no ramo de uma árvore.
Após a ofensa criminal, uma manhã sua casa foi consumida em chamas e, com dificuldade, o contador de histórias escapou do cônjuge e da limpeza de uma casa. No entanto, do fogo havia uma parede parada. Gravado na superfície da parede como um desenho legal era a figura de um felino enforcado, com a corda em volta do pescoço.
O fantasma do gato continuou a perseguir o dono que o pendia, por lembrança, por remorso. Ele olhou sem sucesso para outro gato de estimação que poderia substituí-lo. Em uma das “covas conhecidas”, ele freqüentava, inesperadamente ficou impressionado com coisas negras além de um barril de rum ou rum.
Era um felino preto com um grande remendo branco em sua parte superior do corpo. Embora ele rugisse e também olhasse em vez de vergonha, a gata estava satisfeita com os interesses do contador de histórias. Ele foi levado para casa e substituiu rapidamente o lugar físico e também subjetivo anteriormente habitado por Plutão.
No começo da manhã, o contador de histórias descobriu que o novo gato animal de estimação também não tinha olho, gradualmente ele começou a abrigar sentimentos de raiva e arrependimento, especialmente quando descobriu que sua esposa estava realmente interessada no animal de estimação.
Mas quanto mais o narrador ficou longe do felino, o felino seguiu, avaliou-o e procurou chamar sua atenção.
Agora, no conto, informamos que o contador de histórias permanece em uma cadeia. E ele se arrepende de admitir que ele ainda não agrediu o animal por causa da preocupação que motivou. Sua criatividade, inflamada pelos vapores do álcool, interpretou a mancha branca no peito do novo gato animal como o resgate de uma cortinaga.

A partir daí começa a história da miséria e também uma ofensa criminal que leva o narrador à localização da prisão.
Ele tentou eliminar o felino com um machado e quando a senhora o deteve, ele virou o machado contra ela e eliminou-a com um impacto na parte superior do corpo. Sem arrependimento, ele admitiu ter tomado uma decisão de parede seu corpo na adega da estrutura onde eles moravam.
O felino desapareceu após o crime. Nos dias que se seguiram, o policial fez perguntas, questionou, procurou e também foi até o convés da estrutura. O narrador, em particular a impossibilidade de ser descoberto, também atingiu a superfície da parede onde ele realmente havia escondido os restos de sua esposa e também não escutou o barulho da greve, de dentro da parede parecia um grito como aparecendo da boca de a força satânica, um grito terrível, uma combinação de miséria e risadinha. Os policiais começaram a desmontar a parede até encontrar o cadáver escondido lá. Mas fique impressionado! Você reconhece exatamente o que foi encontrado na cabeça do corpo da mulher? O felino, com o olho solitário, irradiando e gritando, denunciando o crime do mestre.

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